sábado, 29 de julho de 2017

O mau que me faz tão bem

aesthetic

Eu queria não te amar de novo, 
mas ambos sabemos que se você sorrir para mim eu me desmonto toda.
Esse amor está me destruindo por dentro.
Eu queria não te amar, 
mas amo.
Eu queria não me desmontar com esse teu sorriso bobo,
mas desmonto.
Eu queria não me perder em teu olhar,
mas me perco.
Eu queria não me apaixonar pelo som da sua voz,

mas toda vez que eu a ouço, me encanto.
Eu queria não ter me apaixonado pelos seus beijos,
mas me apaixonei.
Eu não queria que nada disso acontecido,

mas aconteceu.
E agora eu estou perdida, esse amor vem me consumindo dia após dia.
Ele me atingiu como um raio, e me incendiou por dentro.
Agora, sou movida pela eletricidade desse amor.
E eu faria de tudo, para fugir dessa tua tempestade, pois eu sei que esse amor vai me destruir.
Esse amor já está me destruindo, aos poucos, a cada dia é um pedaço meu que se vai junto a ele.
Eu queria fugir disso tudo,
mas ambos sabemos : Eu nunca vou fugir.

Pois embora eu esteja morrendo, isso me faz bem, é complicado eu sei, é confuso, mas é o que acontece quando se apaixona por um caos, e você é um caos.
Um quebra cabeça que eu nunca consegui completar, um labirinto cujo nunca encontrei a saída.
E a dor desse amor me destrói a cada dia mais, mas é essa mesma dor que me mantém viva, e eu não entendo isso, como algo tão ruim pode lhe fazer tão bem?
Isso dói, mas é uma dor da qual eu gosto de sentir, da qual vale a pena a me arriscar.
E eu sei que eu também sou um caos, mas eu nunca permitiria que você se perdesse em minha bagunça, ninguém merece isso.

E em meio a tempestade você muitas vezes foi o meu bote salva vidas, mas foi você também que me atirou nessa tempestade, pois você É a própria tempestade.
A qual eu mergulho de cabeça sem nenhuma proteção, os relâmpagos do teu amor me atingem, e me queimam por dentro, iluminam a escuridão que tenho no peito, mas deixam hematomas de queimaduras por toda parte,
E é confuso, pois você é a própria tempestade mas também é calmaria, é vento que me leva para cima e a âncora que me puxa para baixo.
É a água que me afoga mas é o ar que preenche meus pulmões.
É meu veneno, mas ao mesmo tempo é minha cura.

E é difícil de explicar é difícil de entender, 
que você é o que me mata, mas também é o que me da a vida.
E eu me pergunto todos os dias:
Como pode um mal, me fazer tão bem?

Esse amo me destrói ao mesmo tempo em que me constrói.
Ele me preenche e me esvazia.
Mas, apesar de tudo, é amor.
Um amor confuso e perigoso, um amor que pode me fazer morrer por dentro, mas sendo amor, eu me arrisco, e por ser o SEU amor, vale a pena morrer por ele.

Esse seu amor me tira a vida, mas me traz a paz que necessito.
Você é meu mal que me faz bem.
Você é a tempestade na qual eu me afoguei, e é o barco que me salvou do naufrágio.
É o beijo perigoso mais gostoso que já dei.
É mina morte mas é minha vida.

É amor que me mata e me mantém viva.
É a eternidade que sempre acaba.
Esse amor pode estar me destruindo, mas se é amor, vale eu me arriscar.

Se eu acabar morrendo...
Bom, ao menos, tive o gosto de experimentar e sentir, que tanto me fez mal, e que tanto me fez bem.
Que tanto me destruiu, que tanto me reergueu.
Que me matou, que me ressuscitou.  

2 comentários:

  1. Menina que texto forteee, parabéns você manda super bem..
    Tava com saudades de passar por aqui haha..
    Bjs *-*
    http://freemodernage.blogspot.com.br/

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    1. Muito obrigada <3
      Tem tempo já que não posto, ando meio sem tempo, mas estou tentando voltar haha.
      Beijos <3

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